sábado, 25 de outubro de 2008

Literatura de Banheiro III


Não é a primeira vez que fico observando a capa de Black Laggon. Algo no desenho da Revy estava diferente. Talvez a imagem de femme fatalle, que contrasta com a personalidade mais... "exacerbada" dela. Mas foi a priemiera vez que percebi a tag de "18 anos".

Achei estranho, porque a primeira edição, mesmo sendo mais "punk" do que o habitual, não foi exatamente estranha.

Claro, não estamos falando da pessoa mais pacifista do mundo. Me emocionei com Evangelion. Simplesmente amei Elfen Lied e fiquei babando quando comentaram que Gantz era mais violento que os dois. Engano, já que ele nem sequer me surpreendeu, embora eu tenha acompanhado mais o anime do que o mangá.

Mas então veio a segunda edição. A primeira parte da história já provou, uma vez mais, que a Revy é doente. Mas a segunda história... Crianças gêmeas assassinas são meio que lugar-comum em histórias de terror, e já não assustam tanto quanto na época de "O Iluminado". Mas o que pensar de crianças gêmeas doentes?

Não qualquer doença, pois depravada eu também sou. Já procurei e vi coisas estranhas para o "público normal". Mas o que eu vi naqueles dois meio que me deixou pensando. "Mai frate" e "mai sora", é como eles chamam um ao outro, trajando ela um vestidinho de rendas com sapatos de boneca e um laço no cabelo, e ele um terninho com calções infantis, ambos loiros e de feições alegres. E são essas figuras que são vistas diante de um homem sentado, preso a uma cadeira e já morto, com um saco sobre a cabeça. Sufocamento, eu suponho, mas se a falta de ar não o tivesse matado, imagino que os inúmeros pregos no crânio teriam terminado o serviço.

Não bastando a imagem já grotesca, ela é seguida do comentário divertido de um deles: "Sabia que se cravar um prego na cabeça, o corpo pula como um peixe fora d'água?".

1 comentários:

Skald Arnok disse...

Black Lagoon está rox demais!

Mas será que o anime segue o mesmo nível? Será que vale conferir?