Para quem, como eu, que sofre de obstipação intestinal, ou simplesmente para aqueles que gostam de uma distração durante o chamado da natureza, revistas sempre foram uma boa pedida. Curiosamente - e não sei se é pela convivência com o Elifas, que sempre vai pro banheiro com uma revista de super-heróis, ou a mania do meu pai de carregar revistinhas da Turma da Mônica para o banheiro - sempre que penso nisso, lembro de revistas em quadrinhos. Quase penso que se trate de um lugar comum, pois, em um livro infantil que li na casa da minha mãe, muitos anos atrás, tinha essa imagem de uma menina sentada no vaso e a revista em mãos, com os dizeres: "Gibi para fazer xixi".
Aqui em casa eu não tenho revistas da Mônica, mas o Pedro certamente conta com uma coleção invejável de quadrinhos norte americanos e mangás. Consequentemente, nos meus "momentos de reflexão", venho acompanhando algumas histórias. Foi assim que terminei de ler Planetary, que dei continuidade ao Magister Master Negi e Bleach, e conheci coisas como Ex Machina. Mas as presenças mais constantes no meu banheiro, são revistas de super-heróis, dos universos DC e Marvel, cortesia do meu namorado, que, embora não tenha prisão de ventre, leva muito a sério a literatura latrinal.
Verdade seja dita: nunca fui muito fã dos heróis mascarados. Sempre foi meio difícil levar a sério histórias protagonizadas por palhaços de capa, trajando colantes chamativos e cuecas por cima das roupas (alguém lembra do Homem Codorna e o Cãodorna?). Meu conceito mudou após a saga da E de Extinção, para os X-Man, escrita por Grant Morrison. Visual alterado, piadas rápidas e inteligentes, e muitos, mas muitos comentários sarcásticos dos próprios personagens a respeito das antigas indumentárias. Depois disso, até consegui ver as histórias por trás do conceito doentio desses heróis (ok, isso definitivamente não se aplica ao Cable, ou a qualquer personagemcopiado criado por Rob Liefild). Até mesmo o scoutboy Superhomem deixou de ser tão intragável, e eu quase parei de me questionar o porquê da Princesa das Amazonas usar um traje nas cores da bandeira norte americana...
Entre outros heróis que nunca me desceram bem, estão o séquito de Lanternas Verdes. Embora eu tenha a-ma-do a surra que o Guy Gardner levou do Lobo, eu ainda só gostei da história porque gosto do Lobo... Mas não deu pra negar: a Tropa do Sinestro, com o perdão do trocadilho infame, está sinistra. Mas no bom sentido. Um arco de histórias do Batman - Morte na Ilha - que não me pareceu muito promissor, já que saiu apresentando heróis secundários como a Escudeira ou um italiano gordo que, em tempos de glória se vestia como um centurião e vagava por Roma sobre uma moto (WTF?!!), se saiu muito, mas muito melhor do que a finaleira de uma história da revista Batman e Superhomem, onde aparece uma tal de Bekka, esposa de Órion e nora do Darkseid (e aqui o meu conhecimento se restringe, e muito, pois posso afirmar quase com orgulho que conheço pouquíssimo do universo do scoutboy). A história tinha futuro: divindades, Superhomem controlado (novamente!), Batman correndo atrás da mente perdida do escoteiro... Exceto que, com o surgimento da Bekka, uma divindade da criação do desejo (WTF²?!!), toda a personalidade sombria e solitária que eu tanto adoro no Batman, foi simplesmente jogada no lixo... Embora eu ainda esteja, secretamente, esperando a continuação da história da Mulher Gato e as Banas *-*
Bem, ficam aqui as minhas recomendações de leitura no banheiro ;)
Aqui em casa eu não tenho revistas da Mônica, mas o Pedro certamente conta com uma coleção invejável de quadrinhos norte americanos e mangás. Consequentemente, nos meus "momentos de reflexão", venho acompanhando algumas histórias. Foi assim que terminei de ler Planetary, que dei continuidade ao Magister Master Negi e Bleach, e conheci coisas como Ex Machina. Mas as presenças mais constantes no meu banheiro, são revistas de super-heróis, dos universos DC e Marvel, cortesia do meu namorado, que, embora não tenha prisão de ventre, leva muito a sério a literatura latrinal.
Verdade seja dita: nunca fui muito fã dos heróis mascarados. Sempre foi meio difícil levar a sério histórias protagonizadas por palhaços de capa, trajando colantes chamativos e cuecas por cima das roupas (alguém lembra do Homem Codorna e o Cãodorna?). Meu conceito mudou após a saga da E de Extinção, para os X-Man, escrita por Grant Morrison. Visual alterado, piadas rápidas e inteligentes, e muitos, mas muitos comentários sarcásticos dos próprios personagens a respeito das antigas indumentárias. Depois disso, até consegui ver as histórias por trás do conceito doentio desses heróis (ok, isso definitivamente não se aplica ao Cable, ou a qualquer personagem
Entre outros heróis que nunca me desceram bem, estão o séquito de Lanternas Verdes. Embora eu tenha a-ma-do a surra que o Guy Gardner levou do Lobo, eu ainda só gostei da história porque gosto do Lobo... Mas não deu pra negar: a Tropa do Sinestro, com o perdão do trocadilho infame, está sinistra. Mas no bom sentido. Um arco de histórias do Batman - Morte na Ilha - que não me pareceu muito promissor, já que saiu apresentando heróis secundários como a Escudeira ou um italiano gordo que, em tempos de glória se vestia como um centurião e vagava por Roma sobre uma moto (WTF?!!), se saiu muito, mas muito melhor do que a finaleira de uma história da revista Batman e Superhomem, onde aparece uma tal de Bekka, esposa de Órion e nora do Darkseid (e aqui o meu conhecimento se restringe, e muito, pois posso afirmar quase com orgulho que conheço pouquíssimo do universo do scoutboy). A história tinha futuro: divindades, Superhomem controlado (novamente!), Batman correndo atrás da mente perdida do escoteiro... Exceto que, com o surgimento da Bekka, uma divindade da criação do desejo (WTF²?!!), toda a personalidade sombria e solitária que eu tanto adoro no Batman, foi simplesmente jogada no lixo... Embora eu ainda esteja, secretamente, esperando a continuação da história da Mulher Gato e as Banas *-*
Bem, ficam aqui as minhas recomendações de leitura no banheiro ;)


1 comentários:
Bah, "literatura latrinal" foi foda. >.<
Mas é mais ou menos por aí mesmo... fazer o quê? =P
Sinestro é o novo Hitler? ^^
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