Claro, eu esperava um pouco mais do Kyle Rayner - Íon, ainda mais depois de ouvir o "pequeno" histórico que o Pedro me apresentou do personagem. Para alguém que pode tudo, ele me pareceu um tanto frágil e inexperiente. Talvez (e apenas talvez), eu tenha me perdido na cronologia, e Kyle venha a se tornar Íon depois. Mas tenho a impressão de que, sendo o único Lanterna ativo até o retorno de Hal, eu esteja mais ou menos adequada ao andamento da história.
E sim, entre as situações apresentadas, a que mais me deu satisfação foi ver o Batman levando um murro mais do que merecido do Hal (*-*), e a mais curiosa foi sobre o comentário de Sinestro, enquanto massacrava o Kyle e via o Arqueiro Verde tentar usar o anel de Hal: "Sua força de vontade é cínica, não serve para o anel."
Por incrível que pareça, mesmo vendo o acúmulo de clichès de vilão francês que é o Sinestro, e quão horrível ele pode ficar dentro de um uniforme de Lanterna (definitivamente verde e roxo não são a melhor combinação possível...), achei que se trata de um vilão, no mínimo, interessante. Para quem não suja um dedo durante a história toda, ele causou bastante estrago.
Ainda dentro das histórias em quadrinhos, mas agora no mundo oriental dos mangás, comecei a ler Cavaleiros do Zodiaco: A Saga de Hades - The Lost Canvas. CdZ sempre foi uma paixão para mim. Foi o primeiro anime que assisti e, como início de mudança de cultura, ele é perfeito. Não posso dizer que seria o melhor anime/mangá da atualidade, pois o Mestre Kuramada sempre teve um traço e histórias um tanto infantis. Mas não dá pra negar: com o traço de Shiori Teshirogi e o amadurecimento literário de Masami Kuramada, mesmo sendo uma revisão da história já apresentada no mangá original e iniciada no anime, ficou curiosamente... "diferente" em "The Lost Canvas". Colocar o receptáculo
de Hades como irmão do receptáculo de Athena, e jogar o presente Pégasus como melhor amigo de ambos, foi uma jogada muito bem bolada, o que torna qualquer combate contra Hades mais desesperante.Claro, foi curioso ver coisas como as pulseiras de flores distribuídas por Sasha para Tenma eAlone, como selo de uma promessa de eterna união, ainda mais quando, anos antes, eu mesma utilizei de um recurso semelhante com a Gilriel, minha elfa feiticeira de D&D. Um dia desses posto a história completa dela, por hora, basta dizer que ela carrega em seus cabelos prateados, um ramo de flores de cerejeira sempre jovem, e que assim permanecerá até que ela ou seu irmão desfaleçam. Para quem já leu até a segunda edição de The Lost Canvas, isso parecerá mais do que semelhante.
Fiquei de dar continuidade ao Negima! (vol. 27), mas como a situação que me levou a tais leituras finalizou antes de chegar a ele, vou aproveitar a completa falta de sono devido ao provável resfriado em que me encontro, e usar essa edição como "leitura de cabeceira".


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