Pouquíssimos personagens me cativaram tanto! Talvez, o últuimo que tenha me feito abrir um sorriso largo de pura diversão, tenha sido o Lobo, em "Lobo está morto". Até ontem.
A cruza de um pitbull com um porco cor-de-rosa, e um senso de humor impagável: Kilowog!!! Até as histórias que eu tinha lido, do pouco que o instrutor Lanterna Verde havia aparecido, já era o suficiente para roubar a cena. Em Green Lantern Corps: Recharge, ele está simplesmente único!
Vê-lo aparecendo com um "Acalmem-se, poozers! Papai chegou!" para salvar o rabo de seus dois novos recrutas que foram sugados por um buraco negro instantâneo e, após fugirem e chegarem a conclusão de que sairam da frigideira para o fogo, responder ao questionamento de um dos pupilos sobre a rota a seguir com "Vocês realmente têm questionamentos engraçados, novatos... Claro que voltaremos para a frigideira!" é sensacional.
Parece um lugar-comum ver monstrengos disformes e nada elegantes sendo espirituosos. Talvez esse humor ácido do Kilowog seja uma remanescência da fase Keith Giffen em seu histórico, a mesma figurinha que deu o tom debochado do Lobo.
Em contrapartida, resolvi descobrir como eram as histórias da Mulher Maravilha.
Digamos assim... Já não é aprimeira vez que comento: Superman sux! Suas histórias são fracas, cheias de "moral-de-cueca" e furos de continuidade em escalas astronômicas. Oras, se Kal-El era o último kriptoniano, de onde surgiu Kara Zor-El? Claro... Dizer que um segundo pai teve a mesma idéia de Jor-El pode funcionar para cabecinhas mais infantis, mas não cola por muito tempo. E se não bastasse isso, qual é a do Krypto? Um "super-cão"? C'mon! Mas tudo bem, eram só dois. E eis que surge o Superboy. E mais uma kriptoniana vinda de sei-lá-onde, pois Kripton já havia sido destruído.
Já o Batman pode me surpreender, dependendo do roteirista que o acolhe. Não dá pra negar que é mais fácil de trabalhar com personagens que possuam defeitos de personalidade. O nosso mundo é recheado de exemplos bem sucedidos de pessoas problemáticas resolvendo seus problemas, ao contrário de um escoteiro com olhos de raio-laser (um otimista com muitas armas, para resumo de tudo).
E então, para encerrar a "Trindade", Wonderwoman. Perda de tempo. Nem tão inocente e esperançosa quanto o Superman, nem suficientemente inteligente e problemática para equiparar-se ao Batman. Suas histórias são fracas, até mesmo dispensáveis e, talvez a única coisa interessante em todo o seu contexto absurdo e deturpado seja a apresentação do panteão Grego. Atena carregando um notebook e Afrodite como uma patricinha ficaram impagáveis!
E, em homenagem ao orc do Grecco, Zorak:
A cruza de um pitbull com um porco cor-de-rosa, e um senso de humor impagável: Kilowog!!! Até as histórias que eu tinha lido, do pouco que o instrutor Lanterna Verde havia aparecido, já era o suficiente para roubar a cena. Em Green Lantern Corps: Recharge, ele está simplesmente único!
Vê-lo aparecendo com um "Acalmem-se, poozers! Papai chegou!" para salvar o rabo de seus dois novos recrutas que foram sugados por um buraco negro instantâneo e, após fugirem e chegarem a conclusão de que sairam da frigideira para o fogo, responder ao questionamento de um dos pupilos sobre a rota a seguir com "Vocês realmente têm questionamentos engraçados, novatos... Claro que voltaremos para a frigideira!" é sensacional.
Parece um lugar-comum ver monstrengos disformes e nada elegantes sendo espirituosos. Talvez esse humor ácido do Kilowog seja uma remanescência da fase Keith Giffen em seu histórico, a mesma figurinha que deu o tom debochado do Lobo.
Em contrapartida, resolvi descobrir como eram as histórias da Mulher Maravilha.
Digamos assim... Já não é aprimeira vez que comento: Superman sux! Suas histórias são fracas, cheias de "moral-de-cueca" e furos de continuidade em escalas astronômicas. Oras, se Kal-El era o último kriptoniano, de onde surgiu Kara Zor-El? Claro... Dizer que um segundo pai teve a mesma idéia de Jor-El pode funcionar para cabecinhas mais infantis, mas não cola por muito tempo. E se não bastasse isso, qual é a do Krypto? Um "super-cão"? C'mon! Mas tudo bem, eram só dois. E eis que surge o Superboy. E mais uma kriptoniana vinda de sei-lá-onde, pois Kripton já havia sido destruído.
Já o Batman pode me surpreender, dependendo do roteirista que o acolhe. Não dá pra negar que é mais fácil de trabalhar com personagens que possuam defeitos de personalidade. O nosso mundo é recheado de exemplos bem sucedidos de pessoas problemáticas resolvendo seus problemas, ao contrário de um escoteiro com olhos de raio-laser (um otimista com muitas armas, para resumo de tudo).
E então, para encerrar a "Trindade", Wonderwoman. Perda de tempo. Nem tão inocente e esperançosa quanto o Superman, nem suficientemente inteligente e problemática para equiparar-se ao Batman. Suas histórias são fracas, até mesmo dispensáveis e, talvez a única coisa interessante em todo o seu contexto absurdo e deturpado seja a apresentação do panteão Grego. Atena carregando um notebook e Afrodite como uma patricinha ficaram impagáveis!
E, em homenagem ao orc do Grecco, Zorak:


0 comentários:
Postar um comentário