E de Extinção.
Para algumas pessoas, isso já explica tudo, para outras, vai parecer apenas um título clichè (embora, considerando os clichès padrão para aquilo que este título representa, o original teria que ser X is for Xtinction, ou X is for eXtinction, e nenhuma das duas formas é verdadeira).
Para mim, significa "início". Essa definição pode sugerir algum problema mental avantajado, uma vez que "extinção" siginifica "fim". Sim, eu sei que extinção é o fim, então, o que me levaria a considerar isso como início?
Não é novidade que a minha relação com comics sempre foi um tanto conturbada. Como sempre estive acostumada com Turma da Mônica, ou mangás, em que, ou você não tem nenhuma cronologia, ou tem cronologia completa, ler comics foi um desafio. Ou eu pegava as histórias no final, ou só o início, ou qualquer coisa tipo isso. Dá pra entender porque eu não curtia as coisas. Foi aí que entrou o E de Extinção, e esse foi o marco definitivo que me fez separar boas histórias, de bons escritores, de bons personagens. A parte curiosa é que não existem bons personagens, mas bons escritores, que transformam massas amorfas em boas histórias.
Grant Morrison é um desses escritores que pegam personagens cansados e os transformam em histórias, e foi o que ele fez com X-Men em E de Extinção. A saga saiu no Brasil em 2003, embora o original tenha sido escrito em 2001. Para os que conhecem os Mutantes, uma mudança de ares, para os que não conhecem, uma cópia do recém lançado filme. Para mim, finalmente algo que poderia me interessar, uma vez que o Wolverine não fica bem no colante amarelo-abelha.
Para algumas pessoas, isso já explica tudo, para outras, vai parecer apenas um título clichè (embora, considerando os clichès padrão para aquilo que este título representa, o original teria que ser X is for Xtinction, ou X is for eXtinction, e nenhuma das duas formas é verdadeira).
Para mim, significa "início". Essa definição pode sugerir algum problema mental avantajado, uma vez que "extinção" siginifica "fim". Sim, eu sei que extinção é o fim, então, o que me levaria a considerar isso como início?
Não é novidade que a minha relação com comics sempre foi um tanto conturbada. Como sempre estive acostumada com Turma da Mônica, ou mangás, em que, ou você não tem nenhuma cronologia, ou tem cronologia completa, ler comics foi um desafio. Ou eu pegava as histórias no final, ou só o início, ou qualquer coisa tipo isso. Dá pra entender porque eu não curtia as coisas. Foi aí que entrou o E de Extinção, e esse foi o marco definitivo que me fez separar boas histórias, de bons escritores, de bons personagens. A parte curiosa é que não existem bons personagens, mas bons escritores, que transformam massas amorfas em boas histórias.
Grant Morrison é um desses escritores que pegam personagens cansados e os transformam em histórias, e foi o que ele fez com X-Men em E de Extinção. A saga saiu no Brasil em 2003, embora o original tenha sido escrito em 2001. Para os que conhecem os Mutantes, uma mudança de ares, para os que não conhecem, uma cópia do recém lançado filme. Para mim, finalmente algo que poderia me interessar, uma vez que o Wolverine não fica bem no colante amarelo-abelha.


2 comentários:
Pô!
Amarelo-abelha é mó sexy...
'Colante amarelo-abelha' ainda está melhor definido do que o 'spandex verde-bandeira' que saiu na horrorosa legenda pt-BR do DVD X-Men O Filme. ^^
Fora isso, E de Extinção e todos os arcos consecutivos foram realmente a primeira (e única) lição do nível real de qualidade que as revistas X podem chegar. Josh Whedon até chegou perto, mas com as lambanças que fez no percurso, acabou sacrificando o resultado final.
Enfim, para quem não leu, leia. Mesmo para quem não curte as histórias dos mutantes, vale a pena!
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